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quarta-feira, 18 de março de 2009

Pensamentos...


"Quando cometeres um erro não olhes para trás por muito tempo.

Analisa as coisas e então olha para diante.

Erros são lições de sabedoria.

O passado nõ pode ser mudado.

O futuro ainda está em teu poder..."

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Uma História de Sapos...




"Era uma vez um grupo de sapinhos que organizaram uma competição. O objectivo era alcançar o topo de uma torre muito alta.
Uma multidão juntou-se em volta da torra para ver a corrida e animar os competidores.
A corrida começou...

Sinceramente:
Ninguém naquela multidão toda realmente acreditava que sapinhos tão pequenos pudessem chegar ao topo da torre.ouviam-se gritos e comentarios como:
- "Oh, é dificil DEMAIS!! Eles NUNCA vão chegar ao topo."
- "Eles não tem nenhuma hipótese de sucesso. A torre é muito alta!"

Os sapinhos começaram a cair, um por um... Só uns poucos continuaram a subir mais e mais alto...A multidão continuava a gritar:
- "É muito difícil!!! Ninguém vai conseguir!"
Outros sapinhos cansaram-se e desistiram...
...Mas UM continuou a subir, e a subir... Este não desistia!
No final, todos os sapinhos tinham desistido de subir a torre. Com excepção do sapinho que, depois de um grande esforço, foi o único a atingir o topo!
Naturalmente, todos os outros sapinhos queriam saber como ele conseguiu!!!
Um dos sapinhos perguntou ao campeão como ele conseguiu forças para atingir o objectivo?
E o resultado foi…Que o sapinho campeão era SURDO!!!!

A moral da história é:

Nunca dês ouvidos a pessoas com tendências negativas ou pessimistas...
…porque eles tiram-te os sonhos e os desejos mais maravilhosos. Aqueles que tens no coração!
Lembra-te sempre do poder das palavras.
Porque tudo o que quiseres ouvir e ler irá afectar as tuas acções!

Portanto:

Sê SEMPRE…POSITIVO!

E acima de tudo:
Sê SURDO quando as pessoas dizem que TU não podes realizar os TEUS sonhos!

Pensa sempre:
Eu POSSO fazer isto!"



Um conselho a quem diáriamente me tenta demover dos meus sonhos ...
Porque acredito que o caminho fácil nunca é o melhor ...
E que a sorte quem a faz são os Audazes...




segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

A minha próxima Vida...


"A minha próxima vida quero vivê-la de trás para a frente.
Começar morto para despachar logo esse assunto.
Depois acordar num lar de idosos e sentir-me melhor a cada dia que passa.
Ser expulso porque estou demasiado saudável, ir receber a pensão e começar a trabalhar, receber logo um relógio de ouro no primeiro dia.
Trabalhar 40 anos até ser novo o suficiente para gozar a reforma.
Divertir-me, embebedar-me e ser de uma forma geral promíscuo, e depois estar pronto para o liceu.
Em seguida a primária, ficar criança e brincar.
Não tenho responsabilidades e fico um bébé até nascer.
Por fim, passo 9 meses a flutuar num spa de luxo com aquecimento central, serviço de quartos à descrição e um quarto maior de dia para dia, e depois Voilá! Acabo num orgasmo!"

Woody Alan
Como seria agradável poder viver a vida ao contrário...
Saborear cada momento com conhecimento, saber fazer e acima de tudo saber viver... tudo aquilo que só ao fim duma vida foi acumulado sem o Tempo necessário para usufruir...

domingo, 15 de junho de 2008

Maturidade...



"Quanto mais profunda uma pessoa é em si mesma, mais madura se torna.
Quando alcança o centro de si mesma, do seu ser, alcança a maturidade perfeita.
Para mim, “maturidade” é outro nome para “realização”.
Culminou-se o pleno desenvolvimento do seu potencial.
A semente, traz consigo uma árdua viagem, até florescer.
A maturidade carrega uma certa fragrância, acrescenta uma
beleza para o individuo.
Acrescenta-lhe inteligência, a inteligência mais aguda possível.
Converte-lhe em puro amor.
Sua actividade é amor, sua inactividade é amor.
Sua vida é amor, sua morte é amor.
És tão somente uma flor de amor."


"Sim, a vida é um mistério, e nada há para se explicar, porque tudo está simplesmente aberto, ela está exactamente diante de você.
Enfrente-a! Encontre-a! Seja corajoso! "


Osho

domingo, 18 de maio de 2008

Ningém se conhece a Si Mesmo


Todos os dias desde o momento em que acordamos e nos apresentamos ao Mundo e aos outros somos sujeitos, apesar de nos agradar ou não, a julgamentos.
Por mais que as pessoas queiram afirmar que não julgam sem conhecer, que não rotulam sem saber, mal nos põem os olhos em cima dão-se ao direito de tecer um pensamento a nosso respeito, põem-nos como que uma etiqueta na testa que nos identifica perante um grupo e que nos insere numa espécie de estante onde estão arrumados aqueles a que nos consideram semelhantes... Funciona como uma espécie de memória selectiva talvez...

Agora eu questiono: Quem deu a essas pessoas o direito de me qualificar?? ou melhor... Até que ponto é que eu própria me conheço a mim mesma para me defender das etiquetas e rótulos, dos lugares menos adequados na prateleira da Sociedade??

Por mais que pense e tente argumentar as minhas próprias divagações cada vez mais me convenço que nem eu me conheço a mim própria porque a cada dia que passa, a cada situação que se me apresenta descubro em mim novas formas de lidar, de agir, que até então não conhecia sequer a existência. Desvendo novos comportamentos, novas reacções que nem sempre se encaixam naquilo que sempre considerei como princípios...
A vida a cada dia ensina-nos coisas novas a nosso respeito, torna-nos mais aptos, mais fortes, mais adaptados... falta saber se no meio de tudo isto não nos perdemos numa espiral sem fim, num labirinto sem retorno... Se não nos destruimos sem saber como nos construir de volta...

"Julga que se conhece, se não se construir de algum modo? E julga que eu posso conhecê-lo, se não o construir à minha maneira? E julga que me pode conhecer, se não me construir à sua maneira?
Só podemos conhecer aquilo a que conseguimos dar forma. Mas que conhecimento pode ser esse? Não será essa forma a própria coisa? Sim, tanto para mim como para si; mas não da mesma maneira para mim e para si: isso é tão verdade que eu não me reconheço na forma que você me dá, nem você se reconhece na forma que eu lhe dou; e a mesma coisa não é igual para todos e mesmo para cada um de nós pode mudar constantemente.
E, contudo, não há outra realidade fora desta, a não ser na forma momentânea que conseguimos dar a nós mesmos, aos outros e às coisas. A realidade que eu tenho para si está na forma que você me dá; mas é realidade para si, não é para mim.
E, para mim mesmo, eu não tenho outra realidade senão na forma que consigo dar a mim próprio. Como?
Construindo-me, precisamente... "
Luigi Pirandello, in "Um, Ninguém e Cem Mil"